Postado em 15 de Maio de 2018 às 17h15

953 mil catarinenses estão imunizados contra a gripe

Cleiton Fossá | Vereador Chapecó – Em Santa Catarina, a campanha de vacinação teve início 23 de abril e, de acordo com a estimativa da população do Instituto Brasileiro de Geografia e...

Chapecó – Em Santa Catarina, a campanha de vacinação teve início 23 de abril e, de acordo com a estimativa da população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 7.001.161 catarinenses, até o momento cerca de 13,5% pessoas se vacinaram. De acordo com Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), 953.611 catarinenses se preveniram.

A campanha tem como meta vacinar 90% dos grupos prioritários. Segundo a DIVE, os idosos são os primeiros entre os grupos que têm preferência, ou seja, 68,74% dos idosos já foram imunizados. Também já se vacinaram 60% das mães que deram à luz há menos de 45 dias. Entretanto, as crianças e as gestantes estão entre os grupos que menos buscaram as vacinas.

Apenas 37,4% das crianças e 34% das gestantes já foram imunizados. De acordo com o órgão, febre alta ou que tem duração há mais de três dias, dor muscular, dor de cabeça e tosse estão entre os sintomas comuns da gripe. Em Santa Catarina, 52 pessoas foram contagiadas pelo vírus da gripe e quatro foram a óbito. Os dados ressaltam a importância da vacinação, já que a influenza deixa a população vulnerável aos riscos.

Para tal, crianças, gestantes, mães que deram à luz a menos ou igual a 45 dias, idosos, indígenas, presidiários, pessoas com doenças crônicas e profissionais da saúde, professores e funcionários do sistema prisional são os grupos que têm preferência para a vacinação. Os catarinenses que estão entre os grupos prioritários devem se vacinar até 1º de junho.

Além da imunização, segundo o DIVE é importante higienizar as mãos antes e até mesmo quando já estiver contagiado pelo vírus, proteger o rosto após tossir ou espirrar, manter os ambientes bem ventilados e evitar tocar os olhos, nariz e boca. As pessoas que apresentarem os sintomas deverão procurar os serviços de saúde, consumir alimentos saudáveis e beber água e outros líquidos que contribuem para o fim da doença.

 

Alessandra Favretto, Assessoria de Comunicação Cleiton Fossá

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