Postado em 06 de Agosto de 2025 às 07h40

Valorização que Transforma: O Presente e o Futuro da Educação Pública

  • Cleiton Fossá -

     A valorização dos profissionais da educação sempre foi uma das minhas prioridades,
desde os tempos em que atuei como vereador até hoje, como secretário municipal e liderança de espaços que defendem a educação com prioridade. Acredito que qualidade na educação pública só se constrói com profissionais reconhecidos, bem preparados e com estrutura para ensinar.

Nos últimos anos, Chapecó e Santa Catarina deram passos importantes nesse sentido, mas o desafio de continuar a estruturação de uma educação pública cada vez mais forte e justa permanece no centro do debate.

O que é preciso comemorar?

Santa Catarina sancionou, em 2025, uma pauta histórica: a descompactação da tabela salarial do magistério, algo aguardado há mais de 15 anos. Essa medida trouxe maior justiça na progressão de carreira dos professores da rede estadual, uma conquista que reconhece o tempo de serviço e o esforço pela formação continuada.

Na esfera municipal, Chapecó também tem avançado:

Lançamentos de concursos públicos, a fim de ampliar a efetividade dos cargos na educação;
Investimentos em novas escolas, reformas estruturais e acessibilidade, que já são mais de R$?127 milhões em obras e melhorias em 42 unidades da rede;
Implementação de políticas de valorização funcional como gratificações por aula complementar, prêmios por desempenho e ampliação da hora-atividade para planejamento pedagógico;

Essas e muitas outras ações, fazem parte de um esforço contínuo por uma gestão responsável, transparente e com foco na qualidade do ensino desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental.

Desafios que ainda precisam ser enfrentados

Mesmo com todos esses avanços, sabemos que ainda há um caminho importante pela frente e que deve ser visto como prioridade.
Algumas demandas como: ampliar a efetividade na rede municipal (onde a meta é de que 80% dos cargos na educação sejam ocupados por profissionais concursados até até 2030), corrigir distorções salariais remanescentes (a fim de garantir que nenhuma função essencial da escola, desde a sala de aula à gestão, seja desvalorizada) e oferecer melhores condições de trabalho (a fim de reduzir sobrecarga e cuidando cada vez mais da saúde física e mental dos educadores), seguem sendo compromissos que auxiliam nas garantias de estabilidade e continuidade no ensino para todos.

Educação como um grande projeto da cidade

A educação não é um setor isolado: ela impacta diretamente o futuro da cidade. Por isso, deve ser tratada com a seriedade que ela exige: planejamento, estratégias e diálogo constante com a classe da educação.


A transformação da sala de aula começa valorizando quem se dedica todos os dias a ela: nossos profissionais.

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