Postado em 08 de Fevereiro de 2014 às 20h16

CPI colhe novos depoimentos

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Chapecó - A CPI do Asfalto, que investiga supostas irregularidades em ordens de pavimentação asfáltica dadas em Chapecó, voltou a se reunir nesta sexta-feira (7), onde foram realizadas os 8º e 9º encontros. Nesta ocasião, foram ouvidos o vereador Nacir Marchesini e o representante da prefeitura de Chapecó, Nemésio Carlos da Silva. Em seu depoimento, Marchesini afirmou que não houve provocação nenhuma no dia do pronunciamento de Delvino Dall Rosa. Segundo ele, a fala de Dall Rosa apenas deu convicção às denúncias apresentadas pela bancada de oposição. Falando em nome do governo Caramori, Nemésio não conseguiu explicar à CPI o motivo das ordens de serviço terem sido dadas em 2011, mas as obras só terem iniciado em maio de 2012. 'A pavimentação foi concentrada no período pré-eleitoral', disse Fossá. 'Com isso, criou uma expectativa na população de que as obras iniciariam, mera ilusão', complementou. Nemésio comentou que não há problemas em uma obra iniciar quase um ano depois, mas Fossá discorda. 'A prefeitura não leu o contrato. Lá está bem claro que o atraso na execução das obras podem gerar a rescisão de contrato'. O caso No dia 20 de agosto de 2013, em pronunciamento na tribuna, quando era discutido requerimento que tratava sobre a pavimentação asfáltica, Dall Rosa afirmou que 'faltam 63 quadras que não foram feitos asfalto'e que a prefeitura de Chapecó deu a ordem de serviço antes das eleições, 'porque nós tínhamos medo que não votassem em nós e que depois não fizeram o asfalto'. Em sua defesa, Dall Rosa alegou que foi provocado e que respondeu em tom de brincadeira. 'Com os documentos recebidos será comprovado que a fala do vereador Dino era verdadeira', finaliza Fossá.

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